Hoje, dois bilhões de pessoas estão acima do peso ou obesas1 , na América Latina isso representa 64% da população. Ao mesmo tempo, muitos paradigmas impactam essa realidade: 690 milhões de pessoas estão em situação de fome ou malnutridas, sendo 25% da nossa região e 30% dos alimentos produzidos no mundo são desperdiçados todos os dias2 .
Se continuarmos produzindo e consumindo alimentos como fazemos hoje, precisaremos de três planetas para alimentar a população global estimada de 9.6 bilhões de pessoas até 2050. Isso nos força a repensar o sistema alimentar atual.
No último webinar realizado pelo KHNI (Kerry Health and Nutrition Institute), reunimos especialistas de diversas áreas para refletir sobre esse cenário e apresentar caminhos viáveis, escaláveis e sustentáveis para o futuro da alimentação. Uma das grandes provocações veio de um dado pouco conhecido: 75% do que comemos vem de apenas 12 plantas e 5 espécies animais. Isso significa que, apesar da diversidade natural do planeta, nossa alimentação está cada vez mais restrita e vulnerável a impactos climáticos, escassez de insumos e crises de produção.
Uma nova onda do bem-estar está transformando como comemos, compramos e vivemos – impulsionada pelos tratamentos GLP-1.
Em estudo proprietário realizado pela Kerry, no México e Brasil, foram identificados quatro perfis principais:
- Solucionador Ativo (32%): Pessoas com diabetes tipo 2, em busca de opções alimentares que facilitem a adesão ao tratamento e ofereçam maior disponibilidade de nutrientes, especialmente proteínas.
- Buscador de Bem-Estar (32%): Jovens que decidiram mudar hábitos em prol da saúde, preferindo alimentos funcionais, naturais e práticos.
- Preocupado com o Futuro (27%): Adultos atentos à prevenção de doenças, interessados em produtos que apoiem a adesão ao tratamento e a melhor ingestão de nutrientes.
- Adaptável Otimista (9%): Usuários que buscaram GLP-1 para emagrecimento sem supervisão médica, mas acabaram incorporando hábitos mais saudáveis.
Mais de 67% dos adultos na América Latina estão acima do peso: a inovação alimentar tornou-se urgente e estratégica.
Na América Latina, 6% a 7% da população no Brasil e México já usou ou considera usar GLP-1, e 70% dos que antecipam o uso o fazem para perder peso. Entre os usuários, 8 em cada 10 relatam redução do apetite, e em lares com usuários de GLP-1, o consumo de alimentos e bebidas caiu entre 6% e 9%. Apesar disso, há disposição para investir mais em produtos que ajudem a alcançar os objetivos do tratamento.
Conheça mais insights e descobertas deste estudo e saiba como eles podem direcionar as inovações do seu próximo lançamento, acessando o link abaixo:





